18 de mai de 2012

Gaggia Baby Class


Depois de um tempo, percebi as limitações do moedor de lâminas. Ele aquece os grãos e deixa uma umidade no fundo, e quanto mais café você fizer, mais umidade fica. Um dia recebi visitas lá em casa, fiz vários cafés em sequência, e cada "lote" deixava mais pó grudado do fundo do moedor. Além do desperdício e da dificuldade de limpeza, percebe-se que o sabor vai piorando, ficando mais amargo, parece que os grãos mais escuros são os que "derretem" primeiro no moedor. Pesquisei e comprei um moedor Krups GVX-2, um moinho "de entrada" que tem um preço acessível no Brasil.

Com isso ficou evidente a limitação dos filtros pressurizados das máquinas de espresso mais simples. Pesquisando novamente, vi que dava para tirar uma borracha do porta-filtro da minha Chef Crema pra experimentar: a diferença foi enorme! Ficou mais encorpado e com uma crema mais consistente. Só que agora era um jato forte e fino, como se fosse saído de uma agulha numa seringa (só que mais forte), pelo furo do parafuso. Não dava pra colocar duas xícaras nem usar xícara pequena porque respingava demais. Também reparei que agora a força usada no tamper fazia diferença, apertar um pouco a mais (ou a menos) mudava a consistência e a quantidade.

Foi então que decidi comprar a Gaggia Baby Class da foto.

2 comentários:

Charles Borghezan disse...

O Alex, o que você acha daquelas cafeteiras que vendem capsulas? Dolce Gusto eu acho, tava pensando m comprar uma daquelas para mim.

Alexsander Rosa disse...

Dois problemas, segundo os mais entendidos: primeiro, as cápsulas são muito caras (quase R$ 2 cada), enquanto comprando café em grãos cada café custa uns R$ 0,30. Em segundo lugar, o sabor do espresso não se compara. Se for algo com leite, tipo capuccino, até vai.