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A proibição NÃO foi aprovada

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu a apuração em 100% das urnas. De um total de cerca de 92 milhões de votos apurados, 63,94% disseram "não" à proibição proposta pelo referendo e 36,06% disseram "sim" pelo fim do comércio de armas e munição no país. A região Sul foi o local do País onde o "não" obteve o maior número de votos, com 79,59% do total apurado. O Rio Grande do Sul foi o campeão, com 86,83% votando "não".

Cidadão ou súdito?

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O jornalista Alexandre Garcia, da sucursal da Rede Globo em Brasília, assina um artigo publicado em vários jornais do Brasil alertando seus leitores sobre o risco de se desarmar o cidadão. Entre outros argumentos, Alexandre Garcia cita as armas entregues na Campanha do Desarmamento que foram parar nas mãos de bandidos, diz que não vê vantagem em desarmar pessoas de bem e defende textualmente: “ não vejo por que impedir o cidadão de exercer o elementar direito da legítima defesa ”. Leia o artigo na íntegra . Concordo com ele. Percebo que muita gente está com uma idéia errada sobre esse referendo. O povo será chamado a se manifestar quanto ao art. 35 da lei que diz: “ É proibida a comercialização de arma de fogo e munição em todo o território nacional, salvo para as entidades previstas no art. 6º desta Lei ”. Como este artigo causará um impacto muito grande, a população dirá se concorda ou não com ele. Caso a população, em maioria simples, referende esse artigo, isto significará, em últi...

Hino Rio-Grandense

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Oficializado pelo Decreto 5.213, de 05/01/1966, com letra de Francisco Pinto da Fontoura (mais conhecido pela alcunha de Chiquinho da Vovó), música de Comendador Maestro Joaquim José de Mendanha e harmonização de Antônio Corte Real. Como a aurora precursora do farol da divindade, foi o Vinte de Setembro o precursor da liberdade. Estribilho: Mostremos valor, constância, nesta ímpia e injusta guerra, sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra. Mas não basta pra ser livre ser forte, aguerrido e bravo, povo que não tem virtude acaba por ser escravo.

Crítica ao PL 1561/03

O Projeto de Lei 1561/03 , elaborado pela SBC e encaminhado ao Deputado Ronaldo Vasconcellos (Engenheiro Elétrico, registrado no CREA/MG sob o número 04/10949), dispõe sobre " a regulamentação das profissões na área de Informática e suas correlatas e assegura ampla liberdade para o respectivo exercício profissional ". Vou me limitar, neste texto, a um posicionamento contra os argumentos da justificação dada pela SBC para a necessidade da aprovação deste Projeto de Lei. O texto começa dizendo que " O caminho mais eficiente para se obter competência profissional é o da diplomação em curso superior da área específica ministrado por universidades ou faculdades de qualidade ". Depois lembra que um bom curso universitário deve ter caráter multidisciplinar, antes de entrar numa narrativa histórica, lembrando que no tempo dos computadores à válvula não existiam cursos de Informática e que graças à " formação multidisciplinar oferecida nos bons cursos, os quais dura...

Pontos Corridos

Ano passado tivemos um campeonato sensacional. Disputas ponto a ponto até o final, e na última rodada tínhamos vários times disputando alguma coisa, desde título até rebaixamento. Imaginem quando tivermos só 20 times... não consigo entender como ainda tem gente que prefere aqueles formulismos de antigamente e suas injustiças. Não concordo que seja preciso haver uma "final". Prefiro ter 50% de emoção em todas as rodadas do que ter 100% numa ou duas partidas e 0% no resto do campeonato. Numa frase: "Todos os jogos são finais nos pontos corridos". Há anos falam em abandonar os pontos corridos na Europa, mas isso nunca ocorre. Isso que lá é normal termos três ou quatro candidatos (os mesmos de sempre), e o resto é apenas figurante. Aqui no Brasil é MUITO melhor, temos mais candidatos ao título e nem sempre são os mesmos. O sistema de pontos corridos tem inúmeras vantagens, e destaco aqui algumas delas: - Sem sombra de dúvidas é o mais justo: evita o problema crônico do ...

USP e Matic criam jogo para arcade

"O primeiro fliperama com tecnologia 100% nacional é um jogo arcade de corrida ambientado nos autódromos brasileiros de Interlagos e de Curitiba (...) O jogo, batizado de GP Brasil, estava em desenvolvimento desde 2002" USP cria fliperama 100% nacional com Linux http://idgnow.uol.com.br/AdPortalv5/DiversaoInterna2_300605.html ----- "O LSI-TEC assumiu a responsabilidade de desenvolver toda a parte de software e de interação do jogo com o usuário. Controles como a realimentação de força do volante (force feedback), em que o computador aplica movimentos de resistência no volante de acordo com colisões e curvas da corrida, também foram desenvolvidos pelo projeto da Poli, que teve início em agosto de 2002. A equipe do LSI-TEC, sob a coordenação da professora Roseli de Deus Lopes, também criou a simulação física do carro, a parte gráfica para geração de imagens e a manipulação de efeitos sonoros de imersão, recurso que dá a impressão, por exemplo, de que um carro está ao lado ...

A lógica da vaia

Claro que todos têm o direito de vaiar o próprio time, tendo pago ingresso ou não. Não é uma questão de direito do consumidor. Apenas entendo que isso não ajuda em nada - pelo contrário, atrapalha. Assim como mexer com os brios do adversário gritando coisas como "timinho" ou "olé" num jogo difícil. Vamos tentar colocar isso em forma de expressões lógicas. Primeiro vou colocar algumas premissas que acredito verdadeiras. Naturalmente, quem discorda está livre pra refutar minhas premissas e todas as conclusões a seguir - com argumentos, por favor. 1. O TORCEDOR sempre quer que o seu time GANHE, jogando bem ou jogando mal. 2. Quando um time é VAIADO, a tendência é que ele jogue PIOR do que já estava jogando. 3. Um time que joga de MAL a PIOR tem mais chances de ser DERROTADO numa partida. Se uma pessoa vai ao estádio vaiar o próprio time, ela está diminuindo as chances de seu próprio time vencer, mesmo sem perceber. Está indo de encontro à própria condição de torcedor -...